quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pensamento Carioca

"Já que tem Copa em 2014 e Olimpíadas em 2016, a gente bem que podia enforcar 2015. "

sábado, 25 de julho de 2009

A tecnologia a favor da Democracia Direta

Nunca fui totalmente favorável à democracia representativa, mas concordo que ela podia ter sua relevância nas sociedades em que as pessoas precisavam ser ouvidas, mas, devido à numerosa população, a manifestação da opinião individual se tornava inviável.
Hoje o mundo é totalmente diferente e enxergo uma oportunidade de grande evolução no nosso Poder Legislativo.
A tecnologia atual já atingiu um patamar tal que permitiria a todos darem o seu voto em cada decisão que afeta a vida da sua sociedade. Chega de políticos decidindo em causa própria ou em favor de alguém que comprou seu voto.
Imagine que agora cada cidadão poderia dar sua opinião de onde estivesse, via Internet, por meio do seu celular ou em cabines nas seções da Justiça Eleitoral. Todos os votos daqueles que se interessassem em opinar sobre aquela questão seriam computados e assim efetivamente a escolha da maioria é a que prevaleceria.
Não seria mais necessária a eleição de vereadores, deputados e senadores, mas apenas de algumas pessoas 'notáveis' que teriam a função de propor as questões a serem votadas pela população.
A própria sociedade decidiria sobre o aborto, o fumo em lugares públicos, a pena de morte, as pesquisas com células tronco, casamento homossexual e tudo mais. Além disso, não teríamos mais deputados aprovando aumentos de salário para si próprios acima daquele dado ao restante das pessoas.
Acabaríamos com essa podridão que hoje permeia nosso Congresso. Acabaríamos com o lobby, com o tráfico de influência, com os atos secretos e muita coisa ruim que existe no nosso modelo político atual.
Muita gente se deslumbra com a possibilidade que a Internet nos dá de expormos nossas idéias em blogs e podcasts, achando que isso sim é democracia, mas não vê que, mais que isso, a tecnologia nos dá uma alternativa democrática muito maior: a democracia direta.
Bem vindos novamente a era da polis.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Promoção Imperdível

Compre uma passagem da Air France e ganhe ingresso para um show do Michael Jackson.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Checkpoint

Caríssimos, atentai-vos! Hoje começa a segunda metade do ano. Você já pensou nisso?
Sendo bastante rigoroso, segundo meus cálculos 'tabajara' em Excel, na verdade o primeiro dia da segunda metada do ano é 03-jul-09, porém '3' não é marcante. Tem que ser '1º'!
Não sou muito adepto dessa coisa de estabelecer uma data em específico para rever minha vida, metas e planos, mas a constatação de que o meio do ano está aí é um incentivo para que isso seja feito durante esses dias.
Lembra tudo aquilo que, no Reveillon, você se propôs a fazer durante esse ano? Estudar, economizar grana, fazer um regime, mudar a cor do seu cabelo, ficar bêbado todos os finais de semana (cada um com seus planos, né?), comprar um carro, uma casa, fazer uma viagem…??
E então, você já fez? Se não fez, o que te está faltando para fazer? Se existir alguma dificuldade, o que você pode fazer para superá-la?
Ou, por fim, ainda vale a pena manter essa meta?
Caso tenha atingido seu objetivo, 'E agora, José'? O que vai fazer até dezembro? Não vai ficar parado, né?
Hoje é o dia de acordar para correr atrás dos sonhos. Não percamos tempo, pois o relógio não pára de girar.

sábado, 27 de junho de 2009

Quito e Jack Bauer cheirador de cocaína

Não estou cumprindo o cronograma de textos sobre minhas férias (que já se foram há tanto tempo!) e nem a cronologia dos fatos, porém isso não significa que desisti do meu intento. Apenas decidi mudar o foco e a abordagem.
Nos últimos tempos, alguns fatos cotidianos da vida carioca me têm feito sentir mais vontade de falar sobre uma conversa peculiar que aconteceu em Quito, capital do Equador.
Então, deixo para trás Lima, objeto do último texto sobre as férias e vou-me a Quito, omitindo momentaneamente os cerca de 10 dias que separaram as duas cidades.
A primeira observação que tenho a fazer é sobre como comprovei que a ignorância é realmente perniciosa. O Ecuador (na grafia local) é um país desconhecido pelos brasileiros. Sabemos de sua existência, mas pouco temos idéia de como é a vida lá.
Desta forma, a imagem que geralmente fazemos é um misto de todas as críticas que ouvimos do mundo todo sobre a América Latina, usando de pano de fundo todos os problemas de violência, criminalidade, pobreza e desorganização que temos aqui no Brasil. Afinal, por que esperar o melhor?
Se antes me perguntassem "Como você acha que é Quito?", eu responderia:
- Imagine a Favela da Rocinha. Agora coloque-a no sertão nordestino. Eleve-a e cerque-a de montanhas. Agora vista os nordestinos de 'cholos'. Está montado o cenário.
Pois digo, senhoras e senhores, excetuando-se as montanhas, esqueçam todo o resto!
Quito é uma bela cidade, Patrimônio Mundial pela UNESCO. Não encontrei lá a agitação das maiores capitais brasileiras e nem um trânsito louco, coisa que eu realmente esperava depois da marcante experiência que tive em Lima neste quesito.
Fiquei meio receoso quanto à violência. Lembrava-me de notícias não muito boas que chegavam em nossos jornais alguns anos atrás.
Realmente, achei a cidade tranqüila. Disseram-me lá que a criminalidade foi bastante reduzida e que várias regiões da cidade foram revitalizadas. Não sei como era antes, mas hoje parece bom. Bom, não ótimo. Confesso que andar à noite em La Mariscal, nos arredores da Plaza Foch é notoriamente inseguro, apesar de ser um local badalado, com interessantes barzinhos e afins.
Nenhuma novidade para quem mora no Brasil. Onde aqui podemos andar tranqüilamente à noite? Então, é isso: tomando os mesmo cuidados que tomamos aqui, é possível disfrutar do que a região tem a oferecer.
La Mariscal é um dos bairros que mais abriga turistas e, para conhecer o centro histório, você pode pegar o trolebus e viver uma experiência… sexualmente interessante, eu diria!
Se você mora no Rio e pega aquele metrô na Carioca em direção à Saens Peña às 18h, sabe do que eu estou falando. É aquela sensação de ser encoxado por um número tal de pessoas que você nunca pensou que fosse possível!
O sistema de trolebus quiteño é eficiente, mas não dá vazão suficiente nos horários de pico. Nesse caso, camarada, coloque sua carteira em um local seguro, sua mochila ou bolsa na frente do corpo e vá com fé! E, saindo da lata de sardinha, digo, do ônibus, deleite-se com o que o centro histórico oferece.
Existem muitas praças antigas, igrejas históricas, ruas de paralelepípedo e, incrivelmente, vários vulcões que cercam a cidade por todos os lados.
Algumas agências de turismo fazem um tour gratuito por alguns importantes locais do centro histórico, saindo da Plaza de La Independencia e passando por diversas igrejas, monumentos e prédios da época colonial. Geralmente os hostels possuem os panfletos anunciando esse tour.
Para os desconfiados, fica a dica de que, apesar de grátis, os guias são atenciosos e vale a pena.
O tour que fiz terminou na frente do palácio do governo, onde uma pequena multidão se aglomerava com faixas e megafones e, ao mesmo tempo, um forte esquema de seguraça (quer dizer, nem tão forte assim) ia se armando nos arredores. Em poucos minutos se iniciaria a troca de guarda do palácio e o atual presidente, Rafael Correa, costuma semanalmente prestigiar o evento.
As pessoas lá embaixo bradam, cobram providências para seus problemas, exigem o ressarcimento dos sucres que perderam com quebras de bancos ocorridas na época em que a economia foi dolarizada e… apóiam o presidente!
Sim, caríssimos, apesar das cobranças, aquela pena multidão ali também gritava frases de apoio, batia palmas e elogiava.
Saindo do centro histórico, algum guia de bolso pode te dizer sobre o TelefériQo (com 'Q' de Quito mesmo).
Sinceramente, além da experiência de estar a 4.100m de altitude em relação ao nível do mar e se sentir facilmente cansado por isso, não espere que toda essa altitude seja mais surpreendente que os 396 m do Pão de Açúcar ou os 710m do Corcovado. Pelo contrário, deixa muito a desejar.
Primeiramente pelos US$ 10 do ticket. Em segundo, pela vista da cidade, que não é grande coisa.
O mais interessante é porque você está ali na beira de um vulcão e tem uma bela vista das montanhas verdejantes que cercam a cidade.
No mais, quem não estiver preparado pode sofrer com o vento gelado que sopra lá em cima. Espertamente a Nestlé abriu um café ali. Os outros restaurantes e lojas que existiam ali aparentemente não prosperaram.
Na base do teleférico existe um parque de diversões: o Vulcano Park. Este, apesar se ser relativamente grande, também parece não estar prosperando.
Em suma, quem achou que investir no teleférico e apêndices era um bom negócio deu com os burros n'água.
Enfim, depois de todo esse bla bla bla sobre Quito, vou ao ponto que planejava chegar quando iniciei a redação desse texto.
Apesar de ser um país sul americano, o Equador recebe poucos turistas brasileiros, para não dizer praticamente nenhum.
Ao contrário da invasão brasileira que acontece na Argentina, ou dos muitos brazucas que se encontra no Chile ou no Peru, não vi sequer um durante 15 dias no Equador. Não que tenha feito falta.
De qualquer forma, estava eu hospedado num hostel de Quito e confraternizando com os viajantes que conheci lá. Americanos, alemães, canadenses, argentinos e ingleses. Um inglês em especial, que eu juraria ser o Kiefer Sutherland se não fosse seu inegável sotaque britânico.
Enquanto bebíamos e jogávamos cartas, num jogo que nos fazia beber cada vez mais, conversávamos, dizíamos de onde éramos e contávamos experiências de viagens.
Estando eu lá, obviamente o Brasil surgiu no assunto.

(pausa para comentário)
Cena ridícula que acontece freqüentemente.
Você brasileiro conversando com um estrangeiro. Ele te diz que esteve no Brasil uma vez e te pergunta:
- Where do you live?
Simpaticamente, você responde com os fonemas do seu bom português:
- Rio de Janeiro.
O sujeito diz que não conhece, que nunca ouviu falar dessa cidade. Ouviu sim, mané! Escuta bem. E diz agora com aquele sotaque ridículo:
- Wrioull de Djaneyroll
O sujeito abre aquele sorrioso e diz que esteve aqui, que foi ao Corcovado, ao Cristo, pegou um monte de putas na calçadão de Copacabana e cheirou cocaína na Rocinha.
(fim do comentário)

Bom, apesar de ter colocado como comentário, foi mais ou menos isso que aconteceu. O sózia do Jack Bauer começou a contar sua aventura no Rio de Janeiro, dizendo que passou o maior cagaço de sua vida aqui.
Disse que passou a madrugada inteira, véspera de ir embora, na esbórnia, bebendo e, lá pelas 5h da manhã, pegaram um táxi e foram à Rocinha comprar cocaína. Contou que teve muito medo, pois foram recebidos por homens armados com fuzis na entrada da favela, os quais lhes perguntaram quem eram e o que queriam lá.
Isso acendeu minha revolta! O desgraçado britânico vem pra cá comprar cocaína e deixar um dinheiro que vai virar armas e diz que teve medo do sujeito com o fuzil. Ele devia ter levado um tiro no meio da cara, isso sim!
Porque ele teve medo naquele dia, mas quem vai ficar convivendo com os bandidos para quem ele deu dinheiro somos nós, cidadãos de bem que vivem no Rio e que não dão dinheiro ao tráfico.
O carioca em geral (há poucas exceções) é um povinho desgraçado, e isso contribui muito para o caos que essa cidade é. E ainda vem um sujeito de fora para avacalhar mais ainda? Para dar dinheiro para bandido?
Puta que pariu! Vai compar cocaína em Londres, seu filho da puta! E faça o favor de morrer de overdose… rápido!

Sarney matou Michael

Alguém viu alguma notícia sobre o Sarney ou sobre escândalo no Senado hoje? Nenhuma! Nada! Só deu Michael Jackson de ponta a ponta.
Escândalo do Senado… mais uma pizza! Uma pizza que esfriou junto com o corpo de Michael.
Nada melhor que um fato de proporções da morte do 'Rei do Pop' para abafar um escândalo desses.
Ah!, seu eu fosse investigador da polícia de Los Angeles!! Com certeza Sarney seria meu suspeito número 1.

terça-feira, 23 de junho de 2009

O Lula tá comendo o Obama

(texto impróprio para menores de 18 anos)

Fala sério, minha gente! Que negócio é esse de toda semana o Obama fazer algum elogio ao Lula?
A nossa humilde inocência nos poderia levar à simplista conclusão: o barbudo traçando o negão! (dá até versinho!)
Mas inocência é coisa que não combina com política e, nessa putaria, já veremos quem se fode.
O negão esperto é quem está comendo! Comendo pelas beiradas! Astutamente mexeu no ponto mais fraco (excetuando-se a inteligência) do nosso presidente: a vaidade. Com certeza Lula está se sentindo 'o cara'.
O negão pode estar comendo pelas beiradas, mas, na hora que a jeba vier, a coisa vai doer. Porque, sabe como é, dizem que jeba de negão é coisa que impõe respeito.
E o que o negão quer? Bom, meus caros, política, como toda boa putaria, é assim: um elogia e finge que gosta e o outro acha bom e paga a conta.
Conta? Que conta?
Que tal a 'pequena' conta da crise americana?
Lá está o Brasil agora se vangloriando de ser credor no FMI 'y otras cositas mas'.
Pois bem, meus caros, já estou vendo 'a coisa' do negão se aproximando e, sabem, sou virgem e com medo.
Acho que respondi quem se fode nessa estória, né?
Quem for esperto, que compre seu KY!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Borat baixa em Lula

Por Sérgio Melbergier

O presidente Lula fala cada coisa...

Em sua passagem pelo Cazaquistão, o espírito de Borat, aquele que se orgulhava de ter como irmã a quarta melhor prostituta do país, parece ter lhe deixado especialmente inspirado.

"Não li a reportagem do presidente Sarney, mas penso que ele tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum", disse o presidente.

Eu, pessoa comum, acho que Sarney deve ser tratado pior do que nós.

1) Pela nomeação secreta de parentes a cargos no Senado e as tentativas de minimizar ou esconder os escândalos em série na Casa que preside.

2) Por ter sido um péssimo primeiro presidente do Brasil pós-ditadura, guiando a nova democracia aos porões do fisiologismo, da corrupção e do centrão, de onde não conseguimos escapar.

3) Pela miséria no Maranhão após décadas de sarneyzismo.

4) Por ter trocado de Estado como quem troca de partido para se eleger senador.

5) Pelas recorrentes investigações, inconclusivas, claro, contra seus aliados mais próximos, incluindo filhos.

Apesar dessa ficha toda, Lula acha que Sarney deve ser tratado melhor do que uma pessoa comum. Precisa do maranhense (e do PMDB) para abafar a CPI da Petrobras, entre outros serviços essenciais.

Mais Borat, quero dizer, Lula: "Elas [denúncias] não têm fim e depois não acontece nada." Puro boratismo: já que a Justiça é incapaz de punir políticos, vamos parar de denunciá-los.

Mais: "O que não se pode é todo dia você arrumar uma vírgula a mais, você vai desmoralizando todo mundo, cansando todo mundo, inclusive a imprensa corre o risco. Porque a imprensa também tem que ter a certeza de que ela não pode ser desacreditada porque, na hora em que a pessoa começar a pensar 'olha, eu não acredito no Senado, não acredito na Câmara, não acredito no Poder Executivo, no STF [Supremo Tribunal Federal], também não acredito na imprensa', o que vai surgir depois?"

O raciocínio tortuoso para tentar intimidar a mídia pressupõe que o descrédito seja doença contagiosa, o que a Organização Mundial da Saúde contesta. E tomara que surja algo depois do descrédito geral.

E o que o petista chama de "uma vírgula a mais" (evidências de nepotismo, desvios de conduta de servidores e benefícios irregulares com dinheiro público) estão mais para pontos de exclamação!

Se Lula foi fundamental ao consolidar a mudança de patamar da economia brasileira, ao garantir a estabilidade econômica, vai sendo também tristemente fundamental na consolidação da podridão política no país, o segundo ato maculando o primeiro.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/sergiomalbergier/ult10011u582746.shtml

sexta-feira, 12 de junho de 2009

12 de Junho

Como todo mundo sabe hoje é 12 de junho. Então, Feliz…
…Bom, Feliz Aniversário, Maguila!
E hoje também é Dia do Beagle na França, Dia do Enxadrista em São Paulo…
Você que não tem alguém para beijar e chamar de seu hoje, escolha um outro motivo qualquer para comemorar, afinal hoje é 12 de junho e 12 de junho só ocorre uma vez por ano!

domingo, 10 de maio de 2009

Política

Quando eu era adolescente, acreditava na ideologia marxista. Naquela época, pensava que a URSS tinha errado, que aquilo não era socialismo (e não era mesmo), mas que era possível acertar.
Hoje não acredito mais no acerto e não acredito sequer na igualdade entre os homens.
O que move a humanidade, assim como qualquer outra coisa no mundo, é a diferença.
O calor só passa espontaneamente de um corpo para outro se suas temperaturas forem diferentes. Um homem só buscará fazer algo melhor se ele for diferente de alguém.
Não me tornei um fã do capitalismo, mas é inegável o avanço científico e tecnológico vivido nos últimos tempos em decorrência da competição, da diferença, da necessidade de se destacar.
E, por ora, me isento de falar de todos os impactos ambientais e sociais dessa corrida. Fica para um próximo texto.
O que quero falar é simplesmente que não acredito mais em modelo político algum, nem em anarquismo.
Vejo o país degringolando para um lado de autodestruição e crise. Poucos efetivamente trabalham para sustentar o paternalismo populista de um governo que premia os ociosos acomodados com bolsas e, dessa forma, compra seu apoio.
E não sou (apenas) anti-PT, pois lembrem-se que o início dessa farra de bolsas começou com o PSDB, que tanto se gaba por ter sido pioneiro no Bolsa Escola e mais.
Não acredito em modelos, não acredito em partidos, não acredito em nada. Só em Deus mesmo para nos salvar dessa situação, porém isso seria o fim dos tempos.
Hoje sou apenas uma alma desalentada, desesperançada com a política, vivendo como pode, sem perspectivas de melhora em meu país.
Até acredito em boas intenções, mas acredito mais ainda que o poder corrompe e, se não corromper, o boicote dos privilegiados prevalece.
Sendo assim, vamos de mal a pior, ladeira a baixo! E sabe-se lá o que existe no pé da ladeira!

domingo, 3 de maio de 2009

Que país é esse?

video

domingo, 29 de março de 2009

Depois de empatar com o Equador…

… o jogador Felipe Melo solta a frase: "[…] agora é ir em cima do Peru na quarta-feira".
Ui!

terça-feira, 24 de março de 2009

Pra Declarar Minha Saudade

Para Dri…


'Mamãe, te amo'! rs…

sexta-feira, 13 de março de 2009

Sexta-Feira 13

Mantenha-se calmo e não faça movimentos bruscos.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Rio 40°C ? (versão 2)

(uma pequena interrupção na narrativa sobre a viagem para mostrar:)
Da série "Eu acho que a Fernanda Abreu vai ter que mudar a letra da música"
(foto de 6-mar-2009)

terça-feira, 3 de março de 2009

Lima? Limão e Pisco Sour!

(* leia o post anterior antes de iniciar este)

Começarei meus relatos pelo Peru (ui!) no qual a chegada por via aérea é quase que obrigatoriamente na louca cidade de Lima.
Louca ou enlouquecedora? Difícil é escolher o adjetivo mais apropriado para esse lugar em que taxis, carros e ônibus trafegam insanamente, substituindo setas pelas buzinas e ignorando toda e qualquer regra de direção defensiva. Para vocês terem idéia da gravidade do negócio, levem em conta o fato de que eu moro e dirijo no Rio de Janeiro – buzinas e direção caótica não me impressionam facilmente! A coisa lá é séria!
Praticamente todos os carros são amassados, especialmente os taxis. Estes, por sua vez, são excelentes métodos para você testar sua saúde cardíaca. Se você não morrer de susto em um trajeto qualquer de taxi, com certeza seu coração está em perfeito estado.
Sobrevivendo ao taxi, um passeio a pé pela cidade testará seu nível de estresse e resistência ao ruído: se você não enlouquecer com as buzinas significa que você é uma pessoa muito calma e auto-controlada.
Última dica quanto aos taxis de Lima: uma corrida até Miraflores custa S./ 35 (S./ = Nuevos Soles) e até Barranco S./ 45. Não se desespere fazendo com um brasileiro e um argentino (bem feito!! Hehe) que pagaram o primeiro taxi que viram (na sala de desembarque do aeroporto) e pagaram respectivamente S./ 120 e S./240 até Miraflores! Trouxas! (lembrando um dos meus posts mais recentes e adicionando um fato a mais, “gente ignorante e ARGENTINOS – principalmente – têm mais é que se foder mesmo!”)
Ah, sim, isso é útil saber: taxímetro é uma coisa que não existe lá (ou existe, mas os motoristas sempre dizem que não funciona), então procure sempre saber no seu hotel quanto custa uma corrida até onde você quer ir e negocie com o taxista antes de embarcar.
Isso me fez lembrar de outra coisa: ao contrário do Brasil, os produtos em lojas e supermercados (exceto nos grandes) do Peru não possuem preço escrito em lugar nenhum! O preço é dado de acordo com a cara do freguês. O esquema é negociar. Faça-se de desinteressado, barganhe, vire as costas e ameace ir embora… o preço sempre abaixa!
Às vezes pode ser meio estressante você ter que ficar barganhando o tempo todo. Além disso, por não viver lá, nem sempre sabemos até onde os preços de algumas coisas podem ser reduzidos.
Mas vamos ao que Lima tem a oferecer de bom…
Não nego minha decepção comparativa: esperava de Lima uma experiência tão boa quanto a de ir Buenos Aires. Não se iludam: passa bem longe!
Porém Lima tem sim seus encantos, belos prédios, igrejas e mosteiros. No mosteiro de São Francisco, por exemplo, você pode ter a (desagradável e bizarra) experiência de entrar numa (fétida e abafada) tumba onde se encontram os ossos de milhares de pessoas sepultadas ali (se bem me lembro, 17 mil… sei lá… lembro que são uns milhares de pessoas). Tive a impressão que existe MUITO MAIS que o dobro de fêmures que crânios! Sem contar no praticamente nulo número de costelas, pés e mãos… Os antigos habitantes de Lima deviam ser minhocas quadrúpedes sem cabeça! Sei lá! Só sei que fiquei saturado de ossos e daquele cheiro abafado de mofo para o resto da minha vida! Basta!
Lima também pode te oferecer um pouco que arqueologia. Por exemplo, se você deseja conhecer uma huaca, mas não quer ir muito longe para isso, a Huaca Pucllana pode ser uma boa opção. Ela não impressiona tanto pela construção (uma espécie de pirâmide feita de adobes confeccionados à mão), mas talvez pela extensão. Trata-se de um gigantesco monte de argila que foi carregado para lá pelos limas (povo que habitava o local antes da chegada dos espanhóis – e do domínio inca, se não me engano) da encostas rentes ao mar, que ficam a alguns quilômetro dali. Ou seja, foi um trabalho ‘ducarai’ carregar todo aquele barro e depois transformar tudo em adobe.
Na Huaca Pucllana você ainda pode encontrar alguns exemplares do Cão Sem Pêlo Inca, llama, alpaca e cuy (conhecido no Brasil como ‘porquinho-da-índia’).
Depois de tomar muito sol na cabeça visitando a huaca, uma boa pedida é beber uma Inka Cola, um refrigerante curioso, de um amarelo radioativo e sabor agradável. Com certeza, pela cor do produto, ele é feito com mijo do Hulk! CER-TE-ZA!!
Para saciar TODA a sua curiosidade sobre arte dos principais povos que habitaram o Peru antes da colonização espanhola, o Museu Rafael Larco Hoyle é o ‘oh’! Você verá um porrilhão de peças de cerâmica (além de outros tipos de arte) pré-colombiana suficiente para não querer ver mais nada sobre isso durante o resto da sua vida! É muito interessante! Porém interessante mesmo é uma outra salinha existente nesse mesmo museu: uma sessão só de Arte Erótica Pré-Colombiana! Isso mesmo, você leu certo! Esses índios eram bem moderninhos! Vale a pena conferir! Risos garantidos! (lembrando que a entrada para esse museu é meio cara pelo que oferece… coisa de S./ 30 – mas ta valendo!)
Principalmente se estiver hospedado em Miraflores, você não pode deixar Lima sem conhecer o Larcomar. Este lugar é um shopping localizado na beira de um penhasco e de lá a vista é incrível, tanto durante a noite, quanto de dia. Lá também você poderá assistir a um belo desfile de peruanas desbundadas! (<'portuñol mode on'> Cariño, perdoname por el comentario, pero te juro que yo no las estaba mirando ... un otro chico que me lo contó.<'/portuñol mode off'> ) Hahahaha!
Por último, você encontrará ambos em qualquer outra cidade além de Lima, mas não saia de lá sem beber o famoso Pisco Sour nem sem comer um bom ceviche!
E lembre-se: evite consumir os dois ao mesmo tempo, pois o limão presente nas duas receitas pode te dar uma azia federal! Experiência própria!

De Lima é isso! Próxima parada: Cusco – o umbigo do mundo!

Perú resiste a tempo, Ecuador*

Nessas férias tive o prazer de conhecer dois países muito especiais da América do Sul e suas respectivas jóias: Peru e a inacreditável Machu Picchu e Equador com suas fascinantes Ilhas Galápagos. Atendendo a uma sugestão-pedido do meu amigo Bob, vou publicar alguns textos sobre experiências, curiosidades e dicas dessa e de outras viagens.
Como os textos devem ficar um pouco grandes, pretendo publicar um de cada vez sobre cada cidade por que passei.
Espero que vocês gostem! Lá vai!

* grafia do nome desses países conforme o original

Por onde anda?

Estou preparando uma série de textos, de 3 a 5… Ainda não sei!
Adianto que o conjunto da 'obra' deve ser um pouco extenso, mas pretendo publicar os capítulos pouco a pouco.
Se tudo der certo, amanhã vem o primeiro.
Roguem aos céus, porque está ruim de eu conseguir acabar!!